Hoje em jeito de inicio de semana, capítulo derradeiro dos dois dias semanais que corrompem os trejeitos de um quotidiano demasiado adormecido nas novidades virtuais e nos imaginários despistados pelo trânsito matinal, gostaria de vos deixar com uma recordação comum: o dia em que choveram caveiras de pedra azul, e os druídas do Principe Real, então promovidos a barbudos andarilhos de estilo esbanjador, adormeceram num colchão de cabedal no meio da Praça de Espanha. Boa semana a todos.


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