Horas Mortas

Desmedidas proporções de precipitações desleais vagueiam aos caídos na réstia de oportunidades verdadeiras. O tempo mostra-se alojado em quatro espaços de refinada solidez, maquiavélica percepção do derradeiro queimar da cinza latente, expoente daquele espaço.
Susurros aconchegados na palidez da nossa aproximação, tremeliques que soam a um "Dejá vu" despido de insensatez: o pensamento proeminente daquele momento ímpar ecooa e revibra nas chegadas paredes do nosso único coração.

Não escondo nem minto, o redesenho das horas mortas pinta-se aqui, e escreve-se nas linhas curvas dos sentimetos inóquos que não desejamos oferecer como hipótese.

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